Retro Granit Xhaka Camisola – O Maestro Defensivo Suíço
Switzerland · Arsenal, Leverkusen
Poucos médios defensivos da era moderna dividiram tanto opiniões como Granit Xhaka. Nascido em Basileia a 27 de setembro de 1992, filho de pais kosovares albaneses que fugiram do regime jugoslavo, Xhaka cresceu com uma determinação feroz que marcaria toda a sua carreira. Capitão simultâneo do Sunderland e da selecção suíça, Xhaka tornou-se um dos médios mais reconhecíveis da última década. O seu estilo de jogo – passes longos cirúrgicos, pisaduras duras, liderança vocal e uma fidelidade absoluta à camisola que veste – fez dele um símbolo tanto para os adeptos que o veneram como para os críticos que o desafiam. Uma retro Granit Xhaka camisola representa muito mais do que um simples artigo desportivo: é um testemunho de uma carreira construída sobre resiliência, polémica, renascimento e, acima de tudo, autenticidade. Para os colecionadores portugueses de camisolas retro, as peças associadas a Xhaka contam a história de um futebolista que se recusou a desaparecer, mesmo quando o ruído era ensurdecedor.
História da carreira
A carreira de Granit Xhaka começou no FC Basel, onde se estreou como profissional em 2010 e conquistou dois títulos consecutivos da Super League suíça, impressionando a Europa com a sua maturidade precoce. Em 2012, transferiu-se para o Borussia Mönchengladbach por cerca de 8,5 milhões de euros, tornando-se peça central de um projeto dirigido por Lucien Favre e depois por André Schubert. Em Gladbach afirmou-se como um dos melhores médios da Bundesliga, culminando com a capitania aos 22 anos. O grande salto chegou em 2016, quando o Arsenal o contratou por 35 milhões de libras, então um recorde do clube. Os sete anos em Londres foram uma montanha-russa: venceu duas FA Cups (2017 e 2020) e dois Community Shields, mas viveu também o infame episódio de outubro de 2019, quando foi vaiado pelos próprios adeptos ao ser substituído frente ao Crystal Palace – respondeu atirando a braçadeira de capitão e abandonou o estádio. Parecia o fim, mas Mikel Arteta reinventou-o, devolvendo-lhe o amor dos adeptos e uma nova posição mais avançada. Em 2023, uma transferência surpreendente para o Bayer Leverkusen de Xabi Alonso resultou na conquista histórica da Bundesliga invicta em 2023/24, o feito mais glorioso da sua carreira em clubes. Em 2025 aceitou o desafio ambicioso de liderar o Sunderland, regressando ao futebol inglês como capitão. Pela Suíça, representou o país em vários Europeus e Mundiais, incluindo os octavos do Euro 2020 frente à França, onde foi decisivo.
Lendas e companheiros de equipe
A trajectória de Xhaka foi moldada por figuras marcantes. No Gladbach, jogou ao lado de Marc-André ter Stegen e Max Kruse, aprendendo a intensidade da Bundesliga sob Lucien Favre. No Arsenal, partilhou balneário com lendas como Mesut Özil, Alexis Sánchez, Pierre-Emerick Aubameyang, Héctor Bellerín e Alexandre Lacazette, vivendo o ocaso do 'wengerismo' sob Arsène Wenger e a transição turbulenta com Unai Emery. Foi, no entanto, Mikel Arteta quem verdadeiramente redimiu Xhaka, transformando-o numa peça-chave do novo Arsenal alicerçado em Martin Ødegaard e Bukayo Saka. No Leverkusen, o trabalho de Xabi Alonso revelou a sua melhor versão como pivot defensivo-ofensivo, em harmonia com Florian Wirtz e Jeremie Frimpong. Os rivais marcaram-no igualmente: os duelos contra N'Golo Kanté, Jorginho e Declan Rice definiram épocas inteiras. Também o irmão mais novo, Taulant Xhaka, internacional albanês, deu origem a um dos momentos mais emocionantes do futebol moderno, quando se enfrentaram no Euro 2016 com camisolas de selecções diferentes – um capítulo único que qualquer retro Granit Xhaka camisola evoca indirectamente.
Camisas icônicas
As camisolas vestidas por Xhaka oferecem uma riqueza estética notável para qualquer colecionador. As camisolas retro do Borussia Mönchengladbach entre 2012 e 2016, com as clássicas listras verdes, pretas e brancas da Kappa e, mais tarde, da Kappa/Puma, permanecem entre as mais procuradas – especialmente aquelas com o número 34 nas costas. No Arsenal, Xhaka vestiu os icónicos desenhos da Puma em 2016/17 e depois as emblemáticas camisolas da Adidas a partir de 2019/20, incluindo a celebrada camisola bruised-banana reedição de 2019, tornada culto entre adeptos do mundo inteiro. A camisola principal do Arsenal 2020/21, com a qual ergueu a FA Cup, é particularmente cobiçada. No Leverkusen, o equipamento Castore vermelho e preto da temporada invicta 2023/24 já é considerado uma peça histórica viva. Já as camisolas da selecção suíça, produzidas pela Puma, com o seu vermelho vibrante e a cruz branca, são verdadeiros clássicos. Uma retro Granit Xhaka camisola com nome e número original, sobretudo de finais europeias, possui valor acrescido inegável.
Dicas de colecionador
Uma retro Granit Xhaka camisola ganha valor quando combina três factores: temporada memorável, condição impecável e autenticidade comprovada. Peças das épocas 2016/17 (estreia no Arsenal), 2019/20 (FA Cup) e 2023/24 (Bundesliga invicta com o Leverkusen) são as mais valorizadas. Verifique sempre as etiquetas originais da Adidas, Puma ou Castore, costuras oficiais, patches da Premier League, Bundesliga ou UEFA, e o nome 'XHAKA 34' em material termo-adesivo original. Camisolas match-worn ou match-issued atingem valores consideravelmente superiores, especialmente se acompanhadas de certificado de autenticidade.