Retro Oscar Camisola – O Maestro Brasileiro de Stamford Bridge
Brazil · Chelsea
Oscar dos Santos Emboaba Júnior, conhecido simplesmente como Oscar, foi um dos meias-ofensivos mais elegantes e criativos da sua geração. Nascido em Americana, São Paulo, em 1991, o brasileiro tornou-se sinónimo de classe, visão de jogo e golos decisivos no relvado de Stamford Bridge. Quando o Chelsea o contratou ao Internacional em 2012, por 25 milhões de libras, poucos sabiam que estavam a receber um jogador capaz de mudar jogos com um único passe. A retro Oscar camisola representa uma era de ouro do futebol brasileiro em Inglaterra, quando o número 11 azul dos Blues era sinónimo de magia técnica. Com os seus dribles curtos, remates colocados e uma inteligência tática rara, Oscar conquistou adeptos por todo o mundo. O seu primeiro golo na Liga dos Campeões, ainda criança no clube londrino, contra a Juventus, permanece gravado na memória colectiva. Hoje, a retro Oscar camisola é um tesouro procurado por coleccionadores que querem reviver os anos dourados do Chelsea.
História da carreira
Oscar iniciou a sua carreira profissional no São Paulo, mas foi no Internacional de Porto Alegre que explodiu definitivamente, conquistando a Copa Libertadores Sub-20 em 2011 e sendo eleito o melhor jogador do torneio. Foi esse protagonismo que chamou a atenção do Chelsea, que o contratou no verão de 2012, numa operação ambiciosa sob a presidência de Roman Abramovich. Na sua época de estreia, Oscar brilhou ao lado de Juan Mata e Eden Hazard, formando um trio ofensivo que encantou a Premier League. Logo no jogo de estreia na Liga dos Campeões, contra a Juventus, marcou dois golos espectaculares, incluindo um remate colocado no canto superior que o apresentou ao mundo. Naquela primeira época, conquistou a Liga Europa, batendo o Benfica na final de Amesterdão. Seguiram-se mais triunfos: a Premier League de 2014/15, sob o comando de José Mourinho, e a Taça da Liga Inglesa no mesmo ano. Oscar foi peça fundamental num Chelsea disciplinado, tático e letal nas transições. Nem tudo foram triunfos – a época seguinte foi um desastre colectivo, com o clube a lutar contra a descida. Apesar disso, Oscar manteve o profissionalismo. Representou o Brasil em dois Mundiais (2014 e, marginalmente, a preparação de 2018) e viveu o trauma do 7-1 frente à Alemanha no Mineirão, onde foi autor do único golo brasileiro. Em janeiro de 2017, numa decisão polémica, transferiu-se para o Shanghai SIPG por 60 milhões de libras, tornando-se um dos brasileiros mais bem pagos na Ásia e encerrando prematuramente a sua etapa europeia.
Lendas e companheiros de equipe
A carreira de Oscar foi moldada por companheiros e treinadores de enorme estatura. No Chelsea, formou uma sociedade mágica com o espanhol Juan Mata e o belga Eden Hazard, num triângulo ofensivo que deixou defesas inglesas completamente desorientadas. A chegada de Cesc Fàbregas em 2014 deu-lhe outro tipo de parceiro, mais posicional, enquanto Diego Costa era o finalizador ideal para os seus passes cirúrgicos. Didier Drogba, na sua segunda passagem pelo clube, foi um mentor silencioso. Nos bancos, Oscar trabalhou com Roberto Di Matteo, que o acolheu em Londres, Rafa Benítez, que venceu a Liga Europa em 2013, e sobretudo José Mourinho, que o moldou taticamente e o utilizou como peça-chave no esquema 4-2-3-1 campeão. Antonio Conte, mais tarde, preferiu outro perfil, o que acelerou a sua saída. Na seleção brasileira, partilhou balneário com Neymar, Thiago Silva, Dani Alves e David Luiz, sob o comando de Luiz Felipe Scolari. Rivalidades intensas com Arsenal, Tottenham e Manchester United marcaram a sua passagem pela Premier League.
Camisas icônicas
A retro Oscar camisola mais cobiçada é, sem dúvida, a do Chelsea da época 2012/13, com o icónico azul-real, patrocínio da Samsung e emblema clássico bordado. O número 11 nas costas, aliado ao nome OSCAR em letras brancas, transformou esta peça num objecto de culto. A camisola da final da Liga Europa em Amesterdão, vencida frente ao Benfica, é particularmente procurada por coleccionadores. A camisola de 2014/15, época em que o Chelsea foi campeão inglês, apresenta um design mais sóbrio com a Yokohama Tyres como patrocinador e é igualmente valiosa. A equipamento alternativo branco com riscas azuis dessa mesma época é uma raridade apreciada. Os adeptos também procuram a camisola amarela da seleção brasileira usada no Mundial de 2014, com Oscar a envergar o número 11. A retro Oscar camisola autêntica, preferencialmente de manga comprida das noites frias europeias da Champions, é hoje uma das mais valorizadas entre camisolas de meias-ofensivos brasileiros da década.
Dicas de colecionador
Uma retro Oscar camisola aumenta de valor consoante a época, o estado de conservação e a autenticidade. As épocas mais valiosas são 2012/13 (estreia triunfal com Liga Europa), 2014/15 (título inglês) e 2013/14 (campanha europeia memorável). Procura etiquetas originais Adidas com holograma, costuras limpas e o nome OSCAR impecavelmente estampado sobre o número 11. Camisolas match-worn ou match-issue valem várias vezes mais que réplicas de loja. Verifica sempre a autenticidade em vendedores especializados e desconfia de preços demasiado atractivos no mercado não oficial.